segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Beijá-la

Hah! Suga de mim o veneno (indicativo ou imperativo, ou ainda você acha que matamos a língua?), vem que eu te levo pro mundo pro mundo inteiro em partes inteiros. (Quantos mundos são o mundo é?)

Longe assim (de mim) é ru-im. Aqui, sim. Visto de cima tudo é menor, tudo nada importa (não é uma metáfora), explodindo tomates, voando de costas. Cai pra lá, cai pra cá: é a chuva vista ora de cima ora de baixo das nuvens. É um circo como eles deveriam ser, é um poema lido de dentro.
É um
beijo.

3 comentários:

disse...

Demasiado avant garde para meu gosto. :-)

Gabriel Mourão Soares disse...

Oi, Bô.

Eu me esforcei, hehehe

oubli disse...

belas poesias, o beijo: viceral.